Nunca gostei de sexo sem compromisso, casos de uma noite que em nada me acrescentavam. Sempre achei que eram minutos de prazer para horas de vazio emocional. No entanto, a minha última relação fez-me desacreditar no amor e nas conexões emocionais. Preenchi esse vazio com amor-próprio e decidi começar a explorar mais a minha sexualidade.
Há uns meses conheci alguém que também já não acredita no amor e, por isso, a nossa relação é apenas e só sexual. Passamos dias sem nos falarmos, mas quando a vontade aperta basta uma mensagem para nos encontrarmos novamente. Temos vivido algumas experiências bem quentes, falamos abertamente daquilo que gostamos e satisfazemos as fantasias um do outro.
Uma coisa que temos em comum é a adrenalina. O risco de sermos apanhados deixa-nos muito excitados. Há uns dias estava sozinha em casa e só pensava nele, no quanto queria sentir o corpo dele no meu, na forma “violenta” como me agarra e me sufoca. Mandei uma mensagem: “disponível?”. Respondeu: “passei o dia a pensar nesses lábios, mas achei que estivesses ocupada. Estou a caminho do trabalho, se estiver sozinho fazes-me uma visita?”.
Ele é polícia. Não tenho fetiche por fardas, mas a ideia de foder ali na esquadra deixou-me louca. Respondi imediatamente: “sabes como me deixar louca”. Dez minutos passaram e recebi uma nova mensagem: “a minha putinha está com vontade? Estou sozinho a fazer o turno da noite, não demores, estou cheio de leitinho para ti”.
Não respondi. Vesti um vestido justo preto, sem roupa interior, e fui. Quando entrei, lá estava ele, sentado na receção a preencher uns papéis. Aproximei-me e disse: “Boa noite, sr. agente, gostaria de apresentar uma queixa”. Respondeu: “com certeza, por favor acompanhe-me”.
Segui-o por um pequeno corredor. Abriu uma porta e fez-me sinal para entrar. Não trancou a porta, deixou-a encostada, e isso deixou-me ainda mais excitada. “Então, do que se quer queixar?”, disse enquanto me agarrou pelo quadril e me sentou em cima da mesa. Levantou o meu vestido e ficou cheio de tesão ao perceber que estava sem roupa interior. “Minha puta, és tão safada”. Imediatamente começou a passar a língua no meu clítoris com movimentos impossíveis de descrever por palavras.
É, sem dúvida, o melhor oral que já recebi, daqueles que nos deixam com as pernas a tremer de prazer.
Tentei controlar-me para não gemer alto e ele logo me repreendeu: “quero ouvir-te gemer, estamos sozinhos e, se entrar alguém, saberá que estás a ser bem tratada”, disse enquanto me começou a penetrar com dois dedos em gancho ao mesmo tempo que me fazia um oral divino. Soltei-me e tive ali o primeiro squirt da noite.
