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Ser Hotwife

Reveladas ao Leo

Após tantos anos com o meu prazer bloqueado por razões que ainda não me são claras, foi a experiência de hotwife que me libertou e fez de mim uma mulher plena e a arder de desejo.

Anónimo
1100

Colisão por Júlia Pires de Castro

Romance

Parte 1 Era mais um dia normal, prestes a sair do trabalho. Tirei a parte de cima do scrub e o soutien desportivo, troquei-os por um top preto de algodão e saí ansiosa por chegar a casa e tomar um duche. Assim que passei a porta, o ar frio típico de uma noite de janeiro abraçou-me a pele, fazendo- me arrepiar. O casaco tinha ficado no meu cacifo, mas como ia directa para o carro, não voltei atrás. Liguei o aquecimento e esfreguei as mãos uma na outra, levando-as à boca para as aquecer com a minha respiração. “Esta viagem já me cansa…”, desabafei alto. Já há 8 anos que trabalhava numa clínica a sessenta quilómetros de casa e já começava a criar uma relação de amor-ódio com aquele percurso. Arranquei, com o objectivo de chegar a casa o quanto antes. Cerca de dez minutos depois de iniciar o trajecto, ouvi um barulho forte e quase de seguida o carro começou a deitar fumo por baixo do capot. Encostei à berma de imediato e desliguei-o. Encostei a testa ao volante e soltei um grito. Segundos depois ouvi um bater no vidro, o que me fez dar um salto no banco. Era um homem alto, encorpado, numa mota vermelha, todo vestido de preto, a usar um capacete da mesma cor, com a viseira levantada, a olhar para mim e a fazer sinais com a mão para baixar o vidro. “Era só o que mais me faltava…”, pensei ao revirar os olhos. Ele apercebeu-se da minha reacção e sorriu, mas sem se demover. “Estás bem?”, perguntou assim que abri uma pequena fresta da janela do carro. “Já tive momentos melhores! Mas está tudo controlado, vou ligar para o reboque e fica resolvido!”, respondi prontamente. Ele acenou com a cabeça, começou a recuar com pequenos passos, parou atrás do meu carro, desceu da mota e começou a tirar as luvas, com a maior calma do mundo. Eu seguia atentamente todos os seus movimentos pelo retrovisor, na tentativa de perceber a intenção dele. Instintivamente, agarrei no telemóvel, comecei discretamente a filmar, saí do carro e, quando ele desviou o olhar para mim, fiz-lhe sinal com a mão livre para não se aproximar. “Já lhe disse que não preciso de ajuda!”, disse num tom ríspido, mas isso não o demoveu. Retirou o capacete e soltou uma risada. Começou a caminhar na minha direcção de uma forma calculada e calma. Eu recuei e encostei-me ao carro. O metal frio fez-me arrepiar e, ao lembrar-me que não tinha soutien, cruzei os braços em frente ao meu peito, para ele não reparar nos meus mamilos endurecidos pela temperatura. Parou à minha frente, sem desviar os olhos dos meus, a sorrir. “Sim…, parece que tens a situação perfeitamente descontrolada!”, disse com ar de gozo, olhando para o interior do meu carro, através da porta que tinha deixado aberta. “E tenho!!”, respondi automaticamente. “Claro que sim! Já ligaste para o reboque?”, perguntou. “Ainda não! Vou tratar disso assim que for embora!”, reforcei, deixando bem claro que não me sentia confortável com ele ali. “Eu não te vou deixar aqui sozinha.”, disse-me num tom de voz imperativo, e toda a minha pele voltou a arrepiar, mas desta vez não era pela temperatura. Acenei com a cabeça, dei a volta ao carro e dirigi-me ao porta luvas para ir buscar os papeis da seguradora. Sentei-me no banco do pendura, com a porta aberta e liguei. Enquanto isso ele dirigiu a mão abaixo do volante e puxou a manivela do capot, abrindo-o. A chamada já tinha terminado, mas eu estava tão focada no que ele estava a fazer, que ainda nem tinha tirado o telemóvel da orelha. Após olhar uns minutos para o local de onde ainda saía um pouco de vapor, voltou a fechar o capot e dirigiu-se a mim, ainda na mesma posição. “O reboque demora quanto tempo?”, perguntou. “Falaram em quinze minutos. Pode ir, eu espero dentro do carro.”, disse-lhe. “Não sejas teimosa!”. A frase saiu-lhe como se me conhecesse há anos. Felizmente o reboque chegou mais cedo do que o previsto. Saltei do banco e dirigi-me à frente do carro. “Boa noite!” O homem que estava a calçar umas luvas, levantou o olhar e sorriu maliciosamente. “Ora boa noite! Meteste-te em problemas, princesa?”, perguntou, lambendo o lábio superior e percorrendo cada centímetro do meu corpo com os olhos. Todo o meu corpo se contorceu de náusea e por um lado, fiquei agradecida por outro ter ficado, apesar de lhe ter rogado uma praga por se ter afastado, para uma chamada, naquele preciso momento. Virei-lhe as costas, sem responder, dirigi-me ao meu carro e tirei a mochila, para o deixar trabalhar. Queria terminar este processo o mais rapidamente possível. Apercebi-me que outra mota chegou e parou ao lado da vermelha. Cumprimentaram-se e o recém-chegado entregou-lhe algo, que não consegui perceber o que era, devido à escuridão intensificada pelos faróis, ele colocou no assento e fez um sinal de agradecimento e o outro arrancou. Aproximou-se, com um ar sereno. Parou a meu lado, sorriu e começou a despir o casaco, colocando-o aos meus ombros. Eu estava tão absorvida pelo que se estava a passar que ainda não me tinha apercebido que estava a tremer de frio. “Alexandre”, disse-me. “Júlia… obrigada por teres ficado…”, admiti, baixando o olhar em tom de derrota. “Não me agradeças ainda!”, respondeu a sorrir. O carro já estava, finalmente, em cima do reboque e aquele homem repudiante, aproximou-se com uma folha e uma caneta para eu assinar. “Queres boleia, princesa?”, perguntou com um ar nojento estampado na cara. “Ela já tem boleia!”, disse o Alexandre, puxando-me pela cintura para perto dele. O homem fez um ar sério, resmungou algo que não percebi e foi embora. “Bem, vou chamar um táxi! Obrigada por tudo!”, disse ao Alexandre enquanto nos dirigíamos à sua mota. “Eu levo-te a casa, não é negociável! Veste o casaco e aperta-o.”, disse-me, sem olhar para mim. “Eu agradeço, mas moro quase a cinquenta quilómetros daqui!”, respondi. “Não é negociável!”, repetiu. Eu obedeci, e quando subi o fecho do casaco, ele dirigiu-se a mim com o telemóvel na mão. “Coloca aqui a tua morada, por favor!”, disse-me. Eu assenti e depois de lhe entregar o telemóvel, pegou no capacete que estava no assento da mota e colocou-mo, com delicadeza, apertando a fivela. Ao roçar os dedo no meu pescoço, causou- me outro arrepio e agradeci o facto de estar de capacete, senão ele teria visto o meu lábio preso nos meus dentes. Ele subiu para a mota e esticou-me a mão para me convidar a fazer o mesmo. “Vais ter frio, sem o teu casaco…”, gritei-lhe através do capacete. “As tuas mãos vão ser suficientes para me aquecer, não te preocupes!”, afirmou, sorrindo. Subi e, instintivamente, agarrei-me ao tronco dele. Conseguia sentir os abdominais duros por baixo da t-shirt e não consegui evitar que as minhas mãos os massajassem. A barriga dele contraiu e eu senti que tinha abusado, por isso coloquei as minhas mãos em cima do depósito, mas nesse instante ele agarrou-as e voltou a colocá-las onde estavam inicialmente. “Agarra-te bem!”, disse divertido e arrancou. Durante a viagem, inevitavelmente as minhas mãos viajavam por aquele abdómen que parecia feito de aço. Com uma mão enluvada, puxou a t-shirt para cima e usou-a para tapar as minhas, permitindo um contacto directo com a pele dele. “Foda-se, está tão quente!”, disse em voz alta. Com o capacete ele não me podia ouvir. “Não, pequena…, as tuas mãos é que estão geladas! Mas isto deve ser o suficiente para as aquecer…”, ouvi. O cabrão tinha ligado o intercomunicador e ouviu-me. “Desculpa!”, soltei em simultâneo com um riso nervoso. A curiosidade continuou a levar a melhor durante resto do percurso e não consegui evitar levar as mãos ao peito dele. “Se continuas assim, terei de parar!”, disse-me. As minhas mãos recolheram automaticamente e tentei mantê-las no sítio até chegarmos a casa. Quando parámos, saltei da mota e logo de seguida saiu ele. Levei as mãos à fivela para tentar tirar o capacete, enquanto ele tirava o dele, mas sem sucesso. Virou-se para mim, colocou os dedos entre a minha garganta e a esponja do capacete e puxou-me para junto daquele corpo intimidante. Soltei um suspiro e ele sorriu. Ele era pouco mais alto que eu, o que permitiu que os nossos olhos ficassem na mesma linha de visão. “Cabrão…”, saiu-me, entredentes. “Nem imaginas quanto!”, respondeu. Comecei a despir o casaco, para o devolver e ele parou a olhar para mim e mordeu o lábio. Ao entregar-lho, deu-me o capacete para a outra mão. “Não me apetece fazer a viagem com isto no braço. Amanhã ligas-me e combinamos um sítio para o devolveres.”, disse. “Mas eu não tenho o teu número!”, respondi. “Acho que esse é um problema fácil de resolver!”, retorquiu com um sorriso malicioso e esticou a mão, para eu lhe dar o meu telemóvel. Adicionou o contacto dele e devolveu-mo. “Obrigada!”, proferi timidamente, agradecendo à escuridão por esconder o rubor nas minhas faces. “Já te disse, não me agradeças ainda!”, respondeu, a subir para a mota. E ali fiquei a vê-lo afastar-se. Entrei em casa e sentei-me no sofá a tentar perceber o que se tinha passado. Olhei o telemóvel e vi que ele tinha gravado o seu contacto como “Alex” seguido de um diabinho. “Valha-me nossa senhora…”, saiu-me enquanto apoiava a cabeça nas mãos. Sacudi a cabeça, lutei contra a inércia, levantei-me, comecei a despir-me para ir tomar duche e tentar descansar. Parte 2 Acordei de manhã e senti uma onda de calor a percorrer todo o meu corpo. Lembrei-me do Alexandre. Do sorriso, do tronco que apenas as minhas mãos sentiram e os meus olhos não tiveram o prazer de ver, dos seus dedos curtos e grossos… Comprimi as minhas coxas e um formigueiro começou a crescer no meu ventre. Soltei um suspiro profundo e as minhas mãos voaram para o meu peito. Passei ao de leve com os dedos nos mamilos rígidos e sensíveis e não resisti ao apertar um entre o indicador e o polegar. A dor começou a raiar por toda a mama, até se tornar num raio de prazer que me atingiu o estômago. Com a outra mão desci devagar pela barriga que sucumbia aos espasmos daquela dor deliciosa até chegar ao meu centro. Quente, molhado, a palpitar... Fechei os olhos e permiti-me apenas sentir. Imagens dele invadiam-me a mente e obrigavam os meus dedos a moverem-se com mais intensidade. Com a palma da mão a pressionar o meu clitóris, entrei com um dedo dentro de mim, depois outro… Os movimentos ritmados estavam a levar-me à loucura, mas ainda assim não eram suficientes! Era a ele que eu queria dentro de mim e não os meus dedos. A imagem dele a aproximar-se de mim, seguro e dominante, foi tudo o que precisei para sentir o orgasmo a chegar. Aumentei o ritmo da minha mão, que já escorria para os lençóis, o meu corpo começou a retesar-se e não consegui conter o gemido! O meu corpo contraía-se de uma forma tão brusca que sentia os meus dedos, que ainda não tiram parado, a serem apertados, ajudando a prolongar o prazer. Fiquei ainda uns minutos na cama, a tentar acalmar o coração que conseguia ouvir bater dentro da minha cabeça. Levantei-me, com as pernas fracas, e dirigi-me ao duche. Vesti um kimono leve, tirei um café e bebi-o na minha varanda, a sentir o sol de inverno na pele a contrastar com a brisa fresca e a ouvir as ondas a rebentar no mar. Peguei no telemóvel e escrevi “Bom dia, miúdo! Chegaste bem a casa? Como combinamos para te devolver o que te pertence? Hoje estou de folga, não consigo ir para os teus lados, mas podemos combinar amanhã!” e enviei para o Alexandre. Passados uns escassos minutos, ele respondeu. “Bom dia, pequena! Cheguei sim! Estás de folga? Perfeito! Eu vou aí! Chego dentro de 1h. Quero levar “o que me pertence” a beber um café!”, li. O que ele queria dizer com aquilo? Apressei-me a vestir umas calças de ganga e uma camisola, agarrei no capacete e desci quando recebi outra mensagem dele a anunciar que estava à porta do prédio. E ali estava, encostado à mota e de braços cruzados, o que lhe evidenciava ainda mais os bíceps, a olhar para mim com um sorriso que me fez tremer. Cheguei perto da mota e estiquei-lhe o capacete. Agarrou-o e colocou-o na minha cabeça, com delicadeza. “Mas…? O que estás a fazer?”, perguntei-lhe. Ele sem me responder, subiu para a mota. “Sobe!”, disse-me através do cardo. Já tinha percebido que não valia a pena contrariá-lo, por isso obedeci. “Vamos a umas dicas: as tuas mãos não saem do meu tronco e se eu te bater na perna agarras- te a mim com força! Percebeste?”, anunciou como se me estivesse a dar um sermão. “Como ser uma boa mochila, aula numero 1…” disse eu ironicamente. Ouvi um rosnado no meu ouvido que me arrepiou. “Eu senti os teus olhos a revirar… Deves querer que eu de responda em concordância!”, ameaçou-me com um tom de voz rouco e arrancou. Aquela atitude dele deixava-me desarmada. “E se eu quiser?”, respondi em tom de desafio. “Não é uma questão de quereres, mas sim de mereceres!” Engoli em seco. Levou-nos a uma esplanada na praia a uns quilómetros dali. Sentámo-nos e fez sinal ao empregado de mesa que estava a atender outra mesa. “Já tomaste o pequeno-almoço?”, perguntou sem cerimónias. “Bebi um café… conta?”, sorri-lhe em tom de desafio. Ele inspirou como se estivesse a invocar o deus da paciência e nem me respondeu. O empregado chegou perto de nós e deixou-nos os menus, afastando-se de seguida. “Escolhe algo! Tens de te alimentar!”, disse-me, esticando a folha plastificada que o empregado deixara. “Mas eu não quero nada!”, respondi, confusa. “Preferes que seja eu a escolher por ti?”, questionou, colocando os cotovelos na mesa e apoiando o queixo nas mãos, de olhos ancorados nos meus. Fiquei sem reacção. Por um lado estava irritada por ele achar sequer que teria o poder de mandar em mim, mas por outro lado eu estava a gostar daquele jogo. “Que seja”, continuou e pegou no outro menu. E eu, ali fiquei, estátua. “Doce ou salgado?”, perguntou sem desviar o olhar do menu. “Salg… Salgado.”, respondi timidamente sem conseguir disfarçar o tremor na voz. Ele levantou o braço, permitindo-me avaliar cada traço desde o ombro até aos dedos. Senti-me a aquecer o que se reflectiu nas minhas faces que deviam estar mais rosadas que o habitual. “São dois ovos benedict e dois sumos naturais de laranja, por favor!”, pediu ao empregado que se tinha aproximado sem eu dar conta. Voltou a encarar-me, inclinou um pouco a cabeça e sorriu. “Então menina Júlia, fala-me de ti!”, disse. “Eu? Não tenho nada para contar! Sou uma pessoa normal!”, respondi, ficando ainda mais corada e desviando o olhar para o mar. “Que fofa...”, saiu-lhe baixo. “Fofa é a tua prima!”, disse-lhe mentalmente. “Na minha perspectiva, pareces uma pessoa bastante interessante!”, continuou. “Eu lido mal com elogios, por isso podes parar! Aliás, como é a devolução de um capacete se tornou num pequeno-almoço à beira mar?”, tentei eu mudar o rumo à conversa que me estava a deixar desconfortável. “Eu estava interessado em saber mais de ti, apenas isso!”, respondeu. “Ai sim? E como te está a correr isso?”, questionei, soltado o meu sorriso mais sacana. “Muito bem, por acaso! Gostas do risco, mas vives uma vida completamente controlada, queres demonstrar que és totalmente independente, mas gostarias de ter alguém que cuidasse de ti e te mimasse, e insistes em tentar disfarçar que todo o teu corpo deseja o toque do meu, que anseia que as minhas mãos o agarrem até ficar marcado, que eu o encoste a uma parede e o comprima com a força do meu e use os meus lábios para o saborear, de cima a baixo! E isso? Como te está a correr?”, respondeu-me. Fiquei boquiaberta. Ele tinha razão. Salva pelo gongo, a comida chegou e as atenções foram desviadas. “Alimenta-te, minha pequena!”, disse docemente. “Não me chames isso!”, enfrentei-o. “Ficas tão gira quando te irritas!”, afirmou, a sorrir. “Cabrão…”, disse em surdina, revirei os olhos e levei uma garfada à boca. Ele deu uma gargalhada. “Meu bem, um dia vais pagar por cada vez que me revirares os olhos, percebeste?”, retorquiu. “Tu não mandas em mim!”, respondi furiosa. “Ainda…”, disse convicto. “Vê lá não te desiludas!”, atirei-lhe. Ele limitou-se a sorrir e terminou o prato. Esperou que eu fizesse o mesmo e chamou o empregado, a pedir a conta. Quando chegou eu tirei o meu telemóvel do bolso para pagar e ele levantou-me um dedo e abanou-o de um lado para o outro em sinal de negação, e encostou o telemóvel dele ao terminal. “O mínimo que eu poderia fazer era pagar-te o pequeno-almoço, depois do que fizeste por mim, ontem!”, disse-lhe. “Agradeces de outra forma!”, declarou. Levantámo-nos e dirigimo-nos à mota. Peguei no capacete e quando me virei, ele estava a escassos centímetros de mim, que conseguia sentir a respiração dele a misturar-se com a minha. Tirou-mo das mãos, novamente, agarrou-me pelo rabo e sentou-me na mota, ficando entre as minhas pernas. Desviou uma madeixa do meu cabelo ruivo, olhando-me de forma predadora, lambendo o lábio. Baixou a atenção dele para o meu peito, que subia e descia de forma ansiosa, e colocou o dedo indicador num sinal e depois noutro, mais abaixo fazendo com que o nó do dedo médio roçasse ao de leve no meu mamilo rígido, aumentando o contacto à medida que os segundos passavam e eu não me opunha ao que estava a acontecer. Voltou a olhar-me e senti o corpo a arrepiar. Sentia-o duro, encostado ao meu centro que ardia com toda aquela situação. Eu desejava-o, isso era inquestionável. Mas deveria deixar o meu lado controlador tomar conta da situação e recusar qualquer outro avanço? Talvez devesse…, mas não queria. Naquele momento só desejava que ele me arrancasse a roupa e me possuísse ali mesmo. “Um dia ainda me vais implorar para beijar cada sinal da tua pele.”, disse-me com a voz rouca, junto ao ouvido. “Porque esperas?”, saiu-me. “Não me desafies, pequenina… Não tenho problemas nenhuns em levar-te para um local reservado e foder-te em cima da mota!”, disse, seguido de um suspiro. “Que disse que eu quero?”, perguntei em voz alta, enquanto recalcava o “Sim, por favor!” na minha mente. Ele, nesse instante, levou a mão entre nós, tocou-me através das calças e sorriu vitoriosamente. “O teu corpo! E a ele não consegues fugir!”, respondeu-me. Afastou-se um pouco, voltou a pegar no capacete, colocou-mo e tirou-me de cima da mota, ficando agarrado à minha cintura uns segundos. Preparou-se e seguimos viagem de volta à minha casa. Saí da mota, tirei o capacete e ele imitou-me. “Toma!”, estiquei o braço. “Fica com ele, vais precisar mais vezes!”, respondeu. Sorri, corada. “Obrigada pelo pequeno-almoço.”, disse-lhe enquanto ele se preparava para ir embora. “Não tens de quê!”, respondeu. “Alex…, queres subir?”, saiu-me espontaneamente. Ele olhou-me, voltou a retirar o capacete, saiu da mota e encostou-se a mim, agarrando-me pela cintura, com um braço. “Estava a ver que nunca mais perguntavas…” Parte 3 Aproximou a face da minha, roçando a ponta na língua nos meus lábios. Eu sentia o calor que o corpo dele emanava, através da roupa, no meu. Abri a porta do prédio e subimos no elevador em silêncio. Assim que passámos a entrada do meu apartamento, senti a mão dele na minha nuca, que instantaneamente me obrigou a virar para ele e os nossos lábios uniram-se de uma forma a roçar o animalesco. Afastou-se um pouco de mim e o polegar dele forçou-se na minha boca. Um calor formou-se no meu interior, dissipando-se por todas as células do meu ser e eu não resisti em chupá-lo. Com a outra mão, ainda na parte de trás do meu pescoço, pressionou o meu corpo para baixo, fazendo-me ficar de joelhos enquanto ele olhava para baixo. O carinho que eu tinha visto naqueles olhos, ao pequeno-almoço tida dado lugar ao desejo animalesco, como se a humanidade tivesse abandonado a sua alma. Desapertou as calças, sem nunca tirar a mão da minha nuca, e quando caíram aos meus joelhos eu estava hipnotizada por aquele pedaço de mau caminho a balouçar, escassos centímetros da minha cara. Mas não me deu tempo para assimilar o que estava a acontecer e forçou-se na minha boca, até ao fundo, com o meu nariz a comprimir-se contra o ventre dele e a minha garganta a queixar-se involuntariamente daquele abuso. Ele soltou um rosnado, como se tivesse esperado por aquele momento a vida toda e senti-o a latejar na minha língua. Saiu devagar e voltou a entrar. Os meus lábios percorreram cada traço, cada veia daquele mastro perfeito. Começou a aumentar a cadência dos movimentos. As lágrimas que escorriam dos meus olhos, arrastavam o rímel e arrefeciam o calor das minhas faces ruborizadas. O olhar dele mantinha-se frio, cheio de luxúria e poder e isso estava a dar cabo de mim. Nunca me tinha encontrado naquela posição, por um lado o medo fazia-me querer empurrá-lo para longe de mim, por outro, era esse mesmo medo que me fazia continuar a querer recebê-lo e deixá-lo usar-me. Saiu da minha boca. Inúmeros fios de saliva ligavam-nos e mentalmente agradeci o descanso que me estava a proporcionar, mas não durou muito tempo. Voltou a forçar-se em mim. Os meus lábios estavam dormentes e inchados de tão brusco ele estava a ser, mas isso não me incomodava. Naquele momento eu só queria servi-lo… Só queria estar ali para ele usar… E os meus olhos transmitiam isso mesmo, o que o fazia ser mais incisivo, mais brusco, como se não tivesse um ser humano à sua frente mas sim uma boneca…, uma cumdoll! Senti o membro dele a ingurgitar, tanto que por momentos pensei que a minha boca não seria suficiente para o albergar, e parou. A minha garganta foi invadida por explosões quentes, grossas. A minha língua, enquanto ele se contraía, massajava-o suavemente. Ele recuou e soltou os últimos jactos na minha cara, que me pareceram tanto reconfortantes como estimulantes. Levantou-me suavemente, passou a língua na minha face e olhou-me enquanto saboreava. Sorriu. A alma tinha voltado ao seu corpo. “Quem diria que as tuas lágrimas eram o tempero que me faltava?”, disse. “Tira as tuas conclusões depois de me provares por inteiro!”, respondi em tom de desafio. Levantou-me no ar, as minhas pernas rodearam a sua cintura, sentou-me nas costas do sofá, tirou-me a camisola e atirou-me para trás. A minha cabeça assente na almofada do sofá e a minha anca nas almofadas de encosto formavam um arco perfeito, deixando-me exposta para ele. Tirou-me as calças e ajoelhou-se à minha frente, apoiando as minhas coxas nos seus fortes ombros. Beijou-me por cima das cuecas e soltou um som de admiração. “Isto foi só de me chupar, menina Júlia?”, perguntou. “Humhum…”, soltei. “És perfeita…”, disse, ao roçar um dedo ao de leve no tecido que me fez estremecer. Geralmente a minha incapacidade de aceitar elogios deixaria-me sem jeito, mas a luxúria e o desejo que sentia naquele momento, não me permitiram sentir vergonha, mas sim arder ainda mais nas mãos dele. Beijou o interior de uma coxa, depois a outra, como se estivesse a prolongar uma tortura, até que ouvi rasgar. “Não vais precisar disto!”, retorquiu. Olhei para cima e as minhas cuecas estavam reduzidas a um elástico que me circundava a cintura. A língua dele passou de baixo para cima, como se eu me tratasse de um gelado a derreter em pleno verão e o meu corpo arqueou ainda mais. O polegar dele circulava o meu clitóris enquanto a boca dele me saboreava numa lentidão dolorosa. “Alex…”, saiu-me pelos lábios, quando senti um dedo dele a invadir-me, depois outro… Voltou a beijar-me. A forma como a boca dele, em sintonia com a dança da mão dele em mim, estava a levar-me à loucura. Os meus gemidos estavam a tornar-se mais audíveis e ele aumentou a intensidade dos movimentos. Retirou os dedos de mim e o meu corpo chorou a sua falta. As suas mãos colocaram-se na minha zona lombar e levantou-me no ar. Aquele movimento deixou-me zonza e fez-me agarrar na sua cabeça, ainda no meio das minhas pernas. Rodeou o sofá e deitou-me de costas, sem tirar a boca de mim. “Fode-me Alex…, por favor!”, choraminguei. Ele subiu, encaixando apenas a cabeça do seu membro intumescido na minha entrada, fazendo- me ajeitar a anca, tentando saborear mais uns centímetros, mas ele não o permitiu. Lambi-lhe a cara, do queixo ao nariz, e sorri, maliciosa. “Quem diria que eu era o tempero que faltava nos teus lábios!”, desafiei. Ele retribuiu o sorriso e afundou-se em mim, de uma forma brusca e saiu deliciosamente devagar, até voltar à sua posição inicial. “Esta é por usares as minhas palavras contra mim!”, disse de dentes cerrados. Voltou a afundar-se, sem piedade. “Esta é por achares que podes armar-te em pirralha sem sofrer consequências!”, e saiu lentamente. “Quem diria que poderia ser premiada por mau comportamento?”, disse em tom de gozo. Nesse momento ele soltou um riso que me arrepiou e voltou a enterrar-se em mim de uma forma que o senti a forçar o meu colo do útero produzindo uma dor aguda que me cortou a respiração. “Esta é para aprenderes que és minha e eu faço de ti o que quiser!”, respondeu. A cadência começou a aumentar e ambos soltávamos um gemido a cada uma, até se tornar uma música viciante. As minhas unhas cravavam-se nas costas dele, tentando puxá-lo cada vez mais para mim à medida que sentia o meu centro a contrair-se e a apertá-lo. “Não pares, por favor…”, escapou-se-me entre gemidos e ele cumpriu. Éramos dois animais a alimentar os nossos instintos mais primordiais, nada mais que isso. Era sexo puro, sujo, pleno e eu nem sabia que precisava daquilo. Os meus gemidos transformaram-se em gritos roucos, a minha visão turvou e atirei a cabeça para trás, num soluço gutural, como nunca tinha feito. Ele parou e encheu-me de explosões lascivas de desejo misturadas com um urro que me fez tremer e caiu em cima de mim a arfar. Tudo deixou de existir naquele momento, apenas o calor dele que me invadia, o que me fez pensar que o inferno seria um iceberg em comparação com aquilo. Ficámos ali, uns minutos, a recuperar a consciência. “Isto foi…”, saiu-me. “Foi…”, interrompeu-me. Eu nunca me tinha sentido assim… satisfeita, mas ansiosa por mais. Queria que o tempo parasse e ele nunca tivesse de sair de dentro de mim. Beijou-me suavemente e pegou-me ao colo. Olhou em volta e, após descobrir onde era a casa de banho, levou-nos para lá, colocou-me no poliban e abriu a água, ajeitando o corpo ao meu. “Deixa-me limpar-te…”, disse carinhosamente. Eu fiquei sem saber o que fazer. Nunca me tinham tratado daquela forma. As mãos dele deslizavam suavemente pela minha pele e ele olhava atentamente para cada movimento delas. Os meus olhos estavam presos a ele, fascinada naquela dualidade de comportamento, naquele ser que me tinha acabado de destruir, mas agora estava a cuidar de mim, a lamber as minhas feridas. A base do meu estômago contraiu-se. “Não Júlia!”, pensei, “Não, não, não, não…”

Anónimo
680

Parada pelo Sr. Guarda

Proibido

Nunca gostei de sexo sem compromisso, casos de uma noite que em nada me acrescentavam. Sempre achei que eram minutos de prazer para horas de vazio emocional. No entanto, a minha última relação fez-me desacreditar no amor e nas conexões emocionais. Preenchi esse vazio com amor-próprio e decidi começar a explorar mais a minha sexualidade.Há uns meses conheci alguém que também já não acredita no amor e, por isso, a nossa relação é apenas e só sexual. Passamos dias sem nos falarmos, mas quando a vontade aperta basta uma mensagem para nos encontrarmos novamente. Temos vivido algumas experiências bem quentes, falamos abertamente daquilo que gostamos e satisfazemos as fantasias um do outro.Uma coisa que temos em comum é a adrenalina. O risco de sermos apanhados deixa-nos muito excitados. Há uns dias estava sozinha em casa e só pensava nele, no quanto queria sentir o corpo dele no meu, na forma “violenta” como me agarra e me sufoca. Mandei uma mensagem: “disponível?”. Respondeu: “passei o dia a pensar nesses lábios, mas achei que estivesses ocupada. Estou a caminho do trabalho, se estiver sozinho fazes-me uma visita?”.Ele é polícia. Não tenho fetiche por fardas, mas a ideia de foder ali na esquadra deixou-me louca. Respondi imediatamente: “sabes como me deixar louca”. Dez minutos passaram e recebi uma nova mensagem: “a minha putinha está com vontade? Estou sozinho a fazer o turno da noite, não demores, estou cheio de leitinho para ti”.Não respondi. Vesti um vestido justo preto, sem roupa interior, e fui. Quando entrei, lá estava ele, sentado na receção a preencher uns papéis. Aproximei-me e disse: “Boa noite, sr. agente, gostaria de apresentar uma queixa”. Respondeu: “com certeza, por favor acompanhe-me”.Segui-o por um pequeno corredor. Abriu uma porta e fez-me sinal para entrar. Não trancou a porta, deixou-a encostada, e isso deixou-me ainda mais excitada. “Então, do que se quer queixar?”, disse enquanto me agarrou pelo quadril e me sentou em cima da mesa. Levantou o meu vestido e ficou cheio de tesão ao perceber que estava sem roupa interior. “Minha puta, és tão safada”. Imediatamente começou a passar a língua no meu clítoris com movimentos impossíveis de descrever por palavras.É, sem dúvida, o melhor oral que já recebi, daqueles que nos deixam com as pernas a tremer de prazer.Tentei controlar-me para não gemer alto e ele logo me repreendeu: “quero ouvir-te gemer, estamos sozinhos e, se entrar alguém, saberá que estás a ser bem tratada”, disse enquanto me começou a penetrar com dois dedos em gancho ao mesmo tempo que me fazia um oral divino. Soltei-me e tive ali o primeiro squirt da noite.

Anónimo
560

A minha primeira aventura fora do casamento

Primeiro Encontro

A minha história até aqui é simples. Nunca fui de aventuras fora do casamento. Sou casada e nunca tive outras experiências sem ser com o meu marido, até porque nunca senti falta. Sempre fomos muito ativos no campo sexual, temos uma boa relação, somos felizes e não tenho razões de queixa da minha vida.Sempre tive as minhas aventuras com o meu marido, que depois também vos posso contar, mas nesta história o caso foi diferente.Estávamos em 2022. Como vos disse, sempre fui fiel ao meu marido e nunca tive nada fora do casamento. Mas a verdade é que, nesse ano, por alguma monotonia, trabalho e os filhos, a relação de intimidade com o meu marido foi esfriando.Existiu algum afastamento em termos sexuais e amorosos e comecei a questionar algumas coisas, a sentir falta de sexo. A verdade é essa. Não culpo o meu marido, porque sei que, em termos profissionais, ele teve uns anos complicados, com viagens e muito trabalho.Regressando à história, como disse, estava com algumas carências. Na altura tinha instalado a app Telegram, mas nunca liguei muito. Sabia que recebia mensagens, mas ignorava. Até que respondi a algumas e houve uma pessoa em particular, o Daniel. Foi com ele que existiu alguma química, ao ponto de o desejar e de querer sentir o seu corpo.E foi assim que isto começou. Houve um dia em que acordei húmida, pois tinha sonhado com o Daniel, e aproveitei isso para tirar umas fotos que lhe enviei. Eram fotos provocantes e sugestivas, em que lhe dizia que me estava a masturbar a pensar nele, o que era verdade. Nessa manhã masturbei-me a pensar nele e nas fotos que me tinha enviado.Durante uns dias andámos nisto, mas a verdade é que me apetecia mais. Queria, de facto, senti-lo. Combinámos ir tomar um café para nos conhecermos pessoalmente e depois logo se via. Eu também não podia arriscar muito, não queria estragar o meu casamento, mas também desejava algo mais. Queria experimentar algo diferente, pois só conhecia o meu marido.Combinámos o encontro num café perto da casa dele e lá fui. Chovia e estava frio. Cheguei ao café e o Daniel já lá estava à minha espera numa mesa. Entrámos em conversa, mas havia muitos olhares e não me sentia à vontade, por isso pedi-lhe para sairmos dali. Fomos no carro dele até à praia, mas acabámos por sair do carro porque o tempo não permitia ficar lá dentro muito tempo. Durante esse momento falámos mais e ficámos mais à vontade.Pensei para mim que, se já tinha arriscado vir ali, porque não avançar mais. Encostei-me a ele e beijei-o. Ele correspondeu e continuámos a beijar-nos, de tal maneira que já estava a ficar excitada. Tivemos uns minutos assim, senti o desejo entre nós crescer e percebi que queríamos algo mais.Perguntei-lhe então se não me queria mostrar a casa dele, já que era ali perto.No caminho para casa, a tensão entre nós era evidente. Quando chegámos, ele começou a mostrar-me a casa, mas mal entrámos no quarto, a vontade falou mais alto.Deitámo-nos na cama e deixámo-nos levar pelo momento. Entre beijos, toques e provocações, a excitação aumentava. Sentia-me húmida e desejosa como há muito tempo não me sentia.O que se seguiu foi uma entrega intensa. Exploração mútua, prazer partilhado e uma conexão física que me fez tremer. Os orgasmos vieram rápidos e profundos, daqueles que parecem percorrer o corpo inteiro. Nunca me tinha sentido assim, tão viva e entregue ao momento.Terminámos envolvidos naquele calor, ainda ofegantes. Só posso dizer que adorei a experiência. Ainda hoje falo com o Daniel. Apesar de ter vontade de reviver tudo, ainda não consegui voltar a estar com ele, mas acredito que será para breve. Depois irão saber.Beijinhos e boa leitura.PS — até hoje o meu marido não desconfia.

Anónimo
450

Todas as Confissões

Nas barbas da minha patroa

Proibido

Dormi com o meu patrão, na noite de São João após ele ter ido levar a mulher e as filhas ao carro para irem para casa

Anónimo
50

Isto serve como desabafo

Surpresa

Não ia acreditar se não tivesse visto com os meus próprios olhos.Estava à espera que ele saísse do banho e o telemóvel dele estava em cima da cama. Não ia espreitar, juro. Surgiu uma notificação a piscar: "Leo gostou da tua story". E o nome do perfil não era o dele. Era uma conta que eu não conhecia, com uma foto de perfil a preto, só com um emoji de máscara.Cliquei e foi como abrir a porta de um quarto que não sabia que existia. Fotos dele... não do rosto, só do corpo, mas reconheci as sardas nos ombros, a cicatriz no joelho que ele ganhou a jogar futebol em poses… (hesita, como se as palavras doessem) que não eram para mim. Com as mãos nos boxers, a mostrar aquilo de uma forma que ele nunca faz quando estamos juntos. E as mensagens… "Gosto quando me falas assim" ,"Um dia destes mostro-te ao vivo.","A minha namorada não sabe nada disto…" Há conversas com outros homens, alguns com fotos de perfil de casais, outros anónimos a falarem de coisas que eu nem sabia que ele gostava.Enfim... chocada e com um enorme peso na consciência. Disfarcei naquele dia, mas agora isto não me sai da cabeça.

Anónimo
140

Descobri que a minha mãe tem brinquedos

Surpresa

Não devia ter ido ao guarda-fatos. Não devia, mas ela tinha saído com as amigas e eu precisava de consultar um documento (a minha mãe tem um dossier onde guarda essas coisas da casa).Encontrei uma caixa estranha e não consegui evitar, abri-a. Lá dentro tinha um vibrador rosa, pequeno, quase fofinho, como aqueles que se vêem em anúncios do Instagram. Depois vi os outros: um maior, preto, com uma forma que nem queria imaginar; uns berlindes prateados que, quando peguei neles, percebi que eram pesados, frios; e uma coisa que parecia um colar, mas com umas bolas presas a uma corrente. E foi então que reparei na caixa de preservativos, aberta, com dois ou três faltarem e num frasco de lubrificante quase vazio, com o rótulo desbotado.Fiquei parada, com o vibrador rosa na mão, a sentir-me como se tivesse apanhado a minha mãe a trair o meu pai. Fechei a caixa apressadamente, como se ela fosse explodir.

Anónimo
70

A colega do Continente

Proibido

Trabalho no Continente em Aveiro, nos congelados. Eu tenho uma colega, dos frescos, que é casada com um GNR e tem a fama de ser bravo. Um dia, estava a arrumar os gelados e ela encostou-se a mim de propósito, com a anca a esfregar-se no meu braço. ‘Desculpa, não reparei’, disse, mas os olhos dela brilhavam como se tivesse ganho o Euromilhões.Agora é todos os dias. Mas eu não faço nada. Não sei o que raio hei de fazer. Se lhe toco, ela vai dizer que foi assédio.

Anónimo
140

Acho que sou viciada em masturbação

Outro tema

Tenho 34 anos, sou casada, tenho um emprego estável e, à superfície, pareço uma mulher normal. mas ninguém sabe que me masturbo, em média, sete vezes por dia. Sim, sete. Às vezes mais.O pior? O meu marido não faz ideia. Às vezes, quando me masturba, finjo que me venho só para não magoá-lo. Mas a verdade é que nenhum homem me excita tanto como a minha própria mão. Sou viciada em mim mesma e isso assusta-me mais do que qualquer pecado.

Anónimo
200

Traio o meu marido com o primo dele

Outro tema

Casei com o meu marido por interesse (ele é dono de uma cadeia de supermercados no Algarve), mas o meu verdadeiro amor é o primo dele.Ele dorme na nossa cama quando ele está em Lisboa a ‘trabalhar’ (aka, a foder a secretária loira). Os dois sabem, eu sei de tudo. É um casamento à portuguesa: todos traem, ninguém fala, e o dinheiro fica em família.

Anónimo
150

Já foi para a cama com dois irmãos

Traição

Uma semana antes do meu casamento, fodi o irmão do meu noivo num hotel em Sintra. Agora, sempre que o meu marido me toca, imagino o meu cunhado. Eles não sabem, mas eu ganhei os dois. O melhor? Quando o meu cunhado olha-me nos jantares de família e eu sorrio.

Anónimo
170

Criámos um perfil (casal liberal)

Reveladas ao Leo

Criámos uma conta no Instagram juntos depois de seguirmos o Leo e vermos aqueles casais todos a partilharem os seus segredos. No início, era só brincadeira: a minha namorada publicava fotos quase inocentes (um decote mais fundo, uma saia mais curta, os lábios mordidos). Eu escrevia os textos, ela escolhia os ângulos. Mas depois começou o sexting.Primeiro, foram mensagens privadas de tipos a elogiá-la. Ela mostrava-me, ríamos.Depois, passaram a pedir fotos. "Mostra as mamas", diziam. Ela olhava para mim, eu acenava com a cabeça, e ela obedecia. Eu filmava-a a tirar as fotos e depois masturbava-me enquanto lia as conversas.Agora, ela manda vídeos a gemer o nome deles enquanto se toca. Ela acha que isto nos une. Eu sei que isto nos está a matar. mas não consigo parar. É viciante e não conseguimos sair disto.

Anónimo
170

Pensamentos antigos

Romance

Já não é de agora que isto acontece, mas tenho tido fantasias sexuais com um rapaz que conheci quando era mais nova. Na altura, ele gostava de mim, pelo menos era o que dizia, mas eu queria ir mais devagar e ele não estava disposto a respeitar o meu ritmo, queria tudo já e agora.Acabámos por nunca ter nada, mas a verdade é que eu também gostava dele, acho até que ainda gosto. Queria estar com ele, mas primeiro queria conhecê-lo bem e ir com calma.Conclusão, hoje ele tem outra pessoa. Muito antes de estar com alguém, já praticamente não falávamos, porque começou a evitar-me por completo por eu lhe ter dado para trás. E a verdade é que não deixo de pensar no que poderia ter sido, naquilo que poderíamos ter tido e, claro, naquilo que poderíamos ter feito 🔞.Enfim, não consigo deixar de pensar em tudo isso e no que queria fazer com ele. Sei que isso nunca irá acontecer, pois nunca mais nos vimos, nem tão pouco havia interesse da parte dele para isso. E agora, muito menos, ele tem alguém.

Anónimo
290

Parada pelo Sr. Guarda

Proibido

Nunca gostei de sexo sem compromisso, casos de uma noite que em nada me acrescentavam. Sempre achei que eram minutos de prazer para horas de vazio emocional. No entanto, a minha última relação fez-me desacreditar no amor e nas conexões emocionais. Preenchi esse vazio com amor-próprio e decidi começar a explorar mais a minha sexualidade.Há uns meses conheci alguém que também já não acredita no amor e, por isso, a nossa relação é apenas e só sexual. Passamos dias sem nos falarmos, mas quando a vontade aperta basta uma mensagem para nos encontrarmos novamente. Temos vivido algumas experiências bem quentes, falamos abertamente daquilo que gostamos e satisfazemos as fantasias um do outro.Uma coisa que temos em comum é a adrenalina. O risco de sermos apanhados deixa-nos muito excitados. Há uns dias estava sozinha em casa e só pensava nele, no quanto queria sentir o corpo dele no meu, na forma “violenta” como me agarra e me sufoca. Mandei uma mensagem: “disponível?”. Respondeu: “passei o dia a pensar nesses lábios, mas achei que estivesses ocupada. Estou a caminho do trabalho, se estiver sozinho fazes-me uma visita?”.Ele é polícia. Não tenho fetiche por fardas, mas a ideia de foder ali na esquadra deixou-me louca. Respondi imediatamente: “sabes como me deixar louca”. Dez minutos passaram e recebi uma nova mensagem: “a minha putinha está com vontade? Estou sozinho a fazer o turno da noite, não demores, estou cheio de leitinho para ti”.Não respondi. Vesti um vestido justo preto, sem roupa interior, e fui. Quando entrei, lá estava ele, sentado na receção a preencher uns papéis. Aproximei-me e disse: “Boa noite, sr. agente, gostaria de apresentar uma queixa”. Respondeu: “com certeza, por favor acompanhe-me”.Segui-o por um pequeno corredor. Abriu uma porta e fez-me sinal para entrar. Não trancou a porta, deixou-a encostada, e isso deixou-me ainda mais excitada. “Então, do que se quer queixar?”, disse enquanto me agarrou pelo quadril e me sentou em cima da mesa. Levantou o meu vestido e ficou cheio de tesão ao perceber que estava sem roupa interior. “Minha puta, és tão safada”. Imediatamente começou a passar a língua no meu clítoris com movimentos impossíveis de descrever por palavras.É, sem dúvida, o melhor oral que já recebi, daqueles que nos deixam com as pernas a tremer de prazer.Tentei controlar-me para não gemer alto e ele logo me repreendeu: “quero ouvir-te gemer, estamos sozinhos e, se entrar alguém, saberá que estás a ser bem tratada”, disse enquanto me começou a penetrar com dois dedos em gancho ao mesmo tempo que me fazia um oral divino. Soltei-me e tive ali o primeiro squirt da noite.

Anónimo
560

Ser Hotwife

Reveladas ao Leo

Após tantos anos com o meu prazer bloqueado por razões que ainda não me são claras, foi a experiência de hotwife que me libertou e fez de mim uma mulher plena e a arder de desejo.

Anónimo
1100

A minha primeira aventura fora do casamento

Primeiro Encontro

A minha história até aqui é simples. Nunca fui de aventuras fora do casamento. Sou casada e nunca tive outras experiências sem ser com o meu marido, até porque nunca senti falta. Sempre fomos muito ativos no campo sexual, temos uma boa relação, somos felizes e não tenho razões de queixa da minha vida.Sempre tive as minhas aventuras com o meu marido, que depois também vos posso contar, mas nesta história o caso foi diferente.Estávamos em 2022. Como vos disse, sempre fui fiel ao meu marido e nunca tive nada fora do casamento. Mas a verdade é que, nesse ano, por alguma monotonia, trabalho e os filhos, a relação de intimidade com o meu marido foi esfriando.Existiu algum afastamento em termos sexuais e amorosos e comecei a questionar algumas coisas, a sentir falta de sexo. A verdade é essa. Não culpo o meu marido, porque sei que, em termos profissionais, ele teve uns anos complicados, com viagens e muito trabalho.Regressando à história, como disse, estava com algumas carências. Na altura tinha instalado a app Telegram, mas nunca liguei muito. Sabia que recebia mensagens, mas ignorava. Até que respondi a algumas e houve uma pessoa em particular, o Daniel. Foi com ele que existiu alguma química, ao ponto de o desejar e de querer sentir o seu corpo.E foi assim que isto começou. Houve um dia em que acordei húmida, pois tinha sonhado com o Daniel, e aproveitei isso para tirar umas fotos que lhe enviei. Eram fotos provocantes e sugestivas, em que lhe dizia que me estava a masturbar a pensar nele, o que era verdade. Nessa manhã masturbei-me a pensar nele e nas fotos que me tinha enviado.Durante uns dias andámos nisto, mas a verdade é que me apetecia mais. Queria, de facto, senti-lo. Combinámos ir tomar um café para nos conhecermos pessoalmente e depois logo se via. Eu também não podia arriscar muito, não queria estragar o meu casamento, mas também desejava algo mais. Queria experimentar algo diferente, pois só conhecia o meu marido.Combinámos o encontro num café perto da casa dele e lá fui. Chovia e estava frio. Cheguei ao café e o Daniel já lá estava à minha espera numa mesa. Entrámos em conversa, mas havia muitos olhares e não me sentia à vontade, por isso pedi-lhe para sairmos dali. Fomos no carro dele até à praia, mas acabámos por sair do carro porque o tempo não permitia ficar lá dentro muito tempo. Durante esse momento falámos mais e ficámos mais à vontade.Pensei para mim que, se já tinha arriscado vir ali, porque não avançar mais. Encostei-me a ele e beijei-o. Ele correspondeu e continuámos a beijar-nos, de tal maneira que já estava a ficar excitada. Tivemos uns minutos assim, senti o desejo entre nós crescer e percebi que queríamos algo mais.Perguntei-lhe então se não me queria mostrar a casa dele, já que era ali perto.No caminho para casa, a tensão entre nós era evidente. Quando chegámos, ele começou a mostrar-me a casa, mas mal entrámos no quarto, a vontade falou mais alto.Deitámo-nos na cama e deixámo-nos levar pelo momento. Entre beijos, toques e provocações, a excitação aumentava. Sentia-me húmida e desejosa como há muito tempo não me sentia.O que se seguiu foi uma entrega intensa. Exploração mútua, prazer partilhado e uma conexão física que me fez tremer. Os orgasmos vieram rápidos e profundos, daqueles que parecem percorrer o corpo inteiro. Nunca me tinha sentido assim, tão viva e entregue ao momento.Terminámos envolvidos naquele calor, ainda ofegantes. Só posso dizer que adorei a experiência. Ainda hoje falo com o Daniel. Apesar de ter vontade de reviver tudo, ainda não consegui voltar a estar com ele, mas acredito que será para breve. Depois irão saber.Beijinhos e boa leitura.PS — até hoje o meu marido não desconfia.

Anónimo
450

Agora estamos quites

Traição

Descobri uma traição do meu marido e isso acabou comigo. Mas eu não deixei que acabasse com o nosso casamento. Temos 3 filhos, uma ótima convivência, éramos felizes.Então eu fiquei, mas ditei as regras: relacionamento aberto. Desde então, tenho-me envolvido com outros homens, e ele com outras mulheres, e o sexo entre nós os dois melhorou imenso! Não há ciúme, não há drama, não há discussões, só prazer.E eu confesso: adoro quando ele me conta das saídas dele!

Anónimo
200

Ser submissa é a minha fantasia

Fantasia

Um pensamento. Que é fantasia e que mantenho lá porque deve estar lá no campo da fantasia. Um fim de semana. Inteiro. Com alguém. Uma ou mais pessoa. Mas eu sou a fonte de prazer. Minha e de quem está. O desejo de submissão. Minha. Entregar e entregar-me. Uma fantasia que me aquece.E na qual gosto de me deixar envolver em pensamento.

Anónimo
180

Adoro surpreender o marido

Romance

Eu queria surpreender o meu marido, e apimentar um pouco as coisas, então marquei um jantar num bom restaurante e preparei-me como fazia quando éramos namorados. Coloquei uma lingerie bem sensual, um vestido elegante por cima, e batom vermelho. Confesso que nem eu me reconheci.Quando chegamos ao restaurante, entreguei-lhe o comando da cueca vibratória que tinha colocado sem ele saber. Foi das melhores experiências que tivemos a dois. Digno de 50 Sombras de Grey! E o resto da noite então…

Anónimo
190

Viagem até Sintra para ser surpreendida

Reveladas ao Leo

“Queres?”“Quero.”“Vens ter comigo aqui?”“Vens mesmo?” Hesitei.“Queres mesmo que vá?”A resposta…“Quero. Mas tu tens de querer também. Muito. Tanto como eu.”Eu estou no Norte. Ele no Sul.Falamos do que somos. Do que gostamos e daquilo que nem tanto. E falamos do que faz o sangue ferver. Percebemos que a mesma coisa o faz. Cada um na sua posição, muito clara. E com toda a naturalidade o desafio surgiu:“Eu posso realizar-te esse desejo.”Só perante a possibilidade o meu corpo reagiu. E a mente viajou.Hesitei. Pensei. A imagem não me saía da cabeça e a sensação no corpo tornava-se cada vez mais palpável. O desejo no meu íntimo fez-se presente com cada vez mais intensidade. No momento seguinte dou por mim a dizer:“Sim. Alinho. Vou. Quero muito. Está bem. Vou tratar de tudo.”Os dados estavam lançados. Não havia volta. E eu não queria que houvesse. Decidi percorrer trezentos quilómetros rumo a alguém que nunca tinha visto, com quem apenas tinha falado e de quem apenas tinha visto uma foto. Alguém mais jovem que eu, interessante tanto na aparência patente na foto como no intelecto e personalidade que me mostrou. Seria mesmo assim na realidade?Combinámos que ele me iria buscar à estação. E depois rumaríamos ao local onde tudo aconteceria.No dia marcado embarquei no Alfa, no Porto, rumo a Lisboa. Os sentimentos eram um misto de interrogação — o que estou a fazer? — e desejo ardente de acontecer. Uma única pessoa da minha confiança sabia onde eu ia.Duas horas e meia depois o comboio parou na estação da capital. Ele já me esperava. Reconheci a figura masculina da foto: alto, jovem, cabelo escuro e olhos verdes, a sorrir para mim. Sorri também. Foto verdadeira. Talvez tudo isto vá ser afinal uma experiência muito boa.Não estava sozinho.“Olá. Sou o P. Este é o meu primo J.”Tínhamos que atravessar a cidade para chegar ao destino programado ainda com sol: Sintra. Chegámos ao carro dele.O J. conduz. Nós vamos ambos no banco traseiro. Sorri. Não estranhei e acedi. Percebi que tudo iria começar já no carro.Eu estava expectante e ansiosa. Ansiedade boa. O carro começou a rodar. Ambos já tinham muito certo o que cada um faria sem precisar de dizer nada.No momento seguinte ouvi:“Vamos começar a festa aqui…” disse enquanto sorria para mim.O que se seguiu foi um turbilhão e uma viagem de loucos, literalmente. Quando dei por mim estava a sentir o beijo e as mãos nos seios por cima da roupa. E depois por baixo da blusa… aqueci e desejei que não parasse… mas parou… e ouvi:“Cumpriste a regra?”“Sim…” respondi, já quente…De imediato pousou a mão no meu joelho, forçando a abrir enquanto sussurrava ao ouvido:“Abre…”Dei por mim toda aberta para ele se certificar que eu não trazia cueca vestida, tal como ele tinha ordenado. Derreti ao sentir os dedos a acariciar no mais íntimo de mim… e quando já não suportava aquela tortura deliciosa senti a invasão dos dedos a penetrar-me num vai e vem que me fez gemer dentro do carro.De repente parou…Ouço:“Agora não… não aqui…”Eu implorei:“Continua, por favor…”“Aqui não… o clímax não será aqui…”E ouço:“Eu sei que gostas muito… chupa…”Só ali me dei conta que ele já tinha libertado uma ereção perfeita. Atravessei a cidade a chupá-lo até o fazer explodir de prazer… e ouço:“Podes parar, J. É a tua vez.”Adorei. Agora o J. E trocaram. A parte restante do caminho foi a saborear o J. Senti-o a levantar-me a saia até à cintura e a expor-me inteira. Tocou-me todo o tempo. Estava muito, muito húmida e não consegui evitar o êxtase logo a seguir ao dele.Uns minutos depois chegámos ao destino. A casa do P.Chegámos a Sintra. Entrámos em casa do P. pela garagem. Subimos ao primeiro andar. Ele serviu vinho.No momento seguinte dei por mim sentada no sofá, vestida apenas com a saia creme, descalça, a oferecer os seios a mãos que os tocavam e chupavam. Tenho mamilos que se prestam a tudo o que lhes queiram fazer, por grandes que são… adoro sentir…Estávamos no prelúdio do verdadeiro objetivo daquela viagem: ser a fonte de prazer para o P. e o seu grupo de seis amigos mais próximos. Mas o prazer acabou por ser muito mais o meu. Na verdade foram cinco, porque um deles teve de viajar à última hora a trabalho.Quando chegou o segundo, porque o primeiro era o J., perguntou:“O que temos aqui?”… ao mesmo tempo que tocou um dos seios.A partir daí foi uma montanha-russa de sensações, cada uma mais forte, intensa e deliciosa que a outra. Louca de prazer com aqueles homens, todos interessantes na verdade — uns mais que outros — mas todos…O que mais me excitou? Que estavam ali naquele momento para mim. Para o prazer deles, sim, mas para o meu também.Primeiro um oral a todos, um a um, mantendo sempre as mãos ocupadas nos outros. Depois, por acordo entre todos, vieram um a um de todas as formas… sentia-me a flutuar de tanto prazer, de tantas sensações em catadupa…Fui à casa de banho refrescar-me e, ao voltar, já só estavam lá o P. e o J. Ainda em pé, ambos recomeçaram… senti os seios beijados e chupados… enterraram nem sei quantos dedos em mim… e foi ali, a encerrar a noite, que senti o que era ser preenchida em simultâneo… uma explosão em que dei por mim a pedir, a implorar que não parassem… que continuassem… e gritei… de tão bom…Para mim esta foi uma ousadia maior… que acabou por correr bem. Pelo P. eu voltava. Os amigos, aqueles e mais dois (o da viagem à Polónia)… não fui. Realizei a fantasia. Única. Maravilhosa. Irrepetível.

Anónimo
230

Barcelona: Francês e o olhar do marido

Fetiche

Durante umas férias quentes em Barcelona, uma seguidora viveu algo que mudaria para sempre a forma como vê o desejo.Foi o marido quem lançou a faísca. Entre risos e copos de vinho, confessou que se excitava ao vê-la conversar com outros homens.No início, ela estranhou. Achou desconfortável, até provocador em excesso. Mas ele pediu-lhe para experimentar — só uma vez.Na noite seguinte, num bar de música latina, ela sentou-se ao balcão enquanto ele a observava de longe.Um turista francês puxou conversa. Era simpático, falava com o charme típico de quem sabe usar o sotaque como arma. E ela entrou no jogo.Sentia o olhar do marido atravessar a pista de dança, atento, quente, cúmplice. Não havia ciúme. Havia desejo. Curiosidade. Tesão partilhada.O francês tocou-lhe no braço. Ela sorriu. Disse que era casada, mas que naquela noite… queria brincar um pouco.Ele percebeu o recado. O marido não interferiu. E ela seguiu com o francês.No final, confirmou-me que se envolveram. Que o francês a fez sentir desejada como há muito não se sentia.E que, no dia seguinte, ela e o marido fizeram amor com uma intensidade que só quem já transgrediu conhece.Desde então, esse tornou-se o jogo deles. Um jogo de olhares, palavras e vontades. Sempre com respeito. Mas sem medo do fogo.

Anónimo
140

João, a esposa e as portas de Amesterdão

Fetiche

O João e a esposa casaram-se em 2018. Como tantos outros, temiam que o tempo apagasse a chama do desejo.No quarto aniversário de casamento, decidiram fazer uma viagem a Amesterdão.Uma cidade onde os limites morais são mais flexíveis e onde os desejos se podem sussurrar em público.Lá, visitaram um clube liberal pela primeira vez. Não fizeram nada na primeira noite — apenas observaram.Mas o ambiente, os corpos, os toques, os sons… tudo ficou a pairar entre eles.Dias depois, voltaram. Desta vez, cederam. Uma troca de beijos, um toque discreto, um jogo de sedução com um casal italiano.Nada forçado. Nada combinado. Apenas fluído. Desde então, fazem disso uma experiência ocasional. Partilhada.Desejada por ambos. E surpreendentemente… o casamento tornou-se mais forte. Mais honesto. Mais sexual.João contou-me tudo com entusiasmo, como quem revela um segredo bonito.E confessou que o ciúme nunca teve lugar ali. Apenas o prazer de explorar juntos um lado escondido.

Anónimo
120

Márcio, o ginásio e o desejo oculto

LGBT+

O Márcio conheceu o Carlos no ginásio. Um aperto de mão firme, olhares que demoravam, e conversas que se estendiam para além do treino.A tensão entre eles era evidente. Mas havia um obstáculo: o Márcio era casado. E, até então, nunca tinha estado com outro homem.Numa sexta-feira de setembro, disse à esposa que ia sair com os amigos. Mas foi ao encontro de Carlos num hotel em Cascais.A tensão explodiu assim que a porta do quarto se fechou. Beijos profundos, mãos ansiosas, corpos que se descobriram com surpresa e sede.O Carlos ajoelhou-se. O Márcio confessou que nunca sentira algo assim. E depois… foi ele quem quis devolver tudo. Com a boca. Com o corpo. Com o fogo todo acumulado.Desde esse dia, vivem um segredo. Uma ligação feita de desejo, culpa e descoberta.O Márcio disse-me que ficou viciado em dar prazer a outro homem. E que os vídeos que vê agora já não mentem — homens com homens excitam-no como nunca.A esposa não desconfia. Mas ele sabe que está a viver entre dois mundos. Um feito de rotinas. Outro de fantasias.

Anónimo
40

Vilamoura, o patrão e a varanda do hotel

Proibido

Verão de 2021. Uma conferência de empresa em Vilamoura. A última noite trouxe mais do que networking e copos de vinho.Na varanda do hotel, depois do jantar, a conversa fluía solta entre colegas. Risos, confissões, olhares. Quando o grupo começou a dispersar, ficou ela… e o patrão.Ele sugeriu um passeio à beira-mar. Ela aceitou, sem pensar duas vezes.Na praia, o som das ondas misturava-se com a tensão entre os dois. Ele falou da vida.Ela falou de sonhos. Depois, veio o silêncio. E nesse silêncio, um beijo.Foi intenso. Quente. Proibido.Acabaram por se deitar na areia, com as roupas meio despidas e os corpos meio dominados pelo vinho e pela vontade.Fizeram sexo como se o mundo fosse acabar naquela noite.No dia seguinte, nada foi dito. No trabalho, fingem que nunca aconteceu. Mas ela ainda sente aquele arrepio na espinha quando se cruzam nos corredores.A Filipa — sim, a mesma que me escreveu — enviou-me prints das mensagens. O flirt continua. E a tensão… também.

Anónimo
140

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