Durante umas férias quentes em Barcelona, uma seguidora viveu algo que mudaria para sempre a forma como vê o desejo.
Foi o marido quem lançou a faísca. Entre risos e copos de vinho, confessou que se excitava ao vê-la conversar com outros homens.
No início, ela estranhou. Achou desconfortável, até provocador em excesso. Mas ele pediu-lhe para experimentar — só uma vez.
Na noite seguinte, num bar de música latina, ela sentou-se ao balcão enquanto ele a observava de longe.
Um turista francês puxou conversa. Era simpático, falava com o charme típico de quem sabe usar o sotaque como arma. E ela entrou no jogo.
Sentia o olhar do marido atravessar a pista de dança, atento, quente, cúmplice. Não havia ciúme. Havia desejo. Curiosidade. Tesão partilhada.
O francês tocou-lhe no braço. Ela sorriu. Disse que era casada, mas que naquela noite… queria brincar um pouco.
Ele percebeu o recado. O marido não interferiu. E ela seguiu com o francês.
No final, confirmou-me que se envolveram. Que o francês a fez sentir desejada como há muito não se sentia.
E que, no dia seguinte, ela e o marido fizeram amor com uma intensidade que só quem já transgrediu conhece.
Desde então, esse tornou-se o jogo deles. Um jogo de olhares, palavras e vontades. Sempre com respeito. Mas sem medo do fogo.
