Verão de 2021. Uma conferência de empresa em Vilamoura. A última noite trouxe mais do que networking e copos de vinho.
Na varanda do hotel, depois do jantar, a conversa fluía solta entre colegas. Risos, confissões, olhares. Quando o grupo começou a dispersar, ficou ela… e o patrão.
Ele sugeriu um passeio à beira-mar. Ela aceitou, sem pensar duas vezes.
Na praia, o som das ondas misturava-se com a tensão entre os dois. Ele falou da vida.
Ela falou de sonhos. Depois, veio o silêncio. E nesse silêncio, um beijo.
Foi intenso. Quente. Proibido.
Acabaram por se deitar na areia, com as roupas meio despidas e os corpos meio dominados pelo vinho e pela vontade.
Fizeram sexo como se o mundo fosse acabar naquela noite.
No dia seguinte, nada foi dito. No trabalho, fingem que nunca aconteceu. Mas ela ainda sente aquele arrepio na espinha quando se cruzam nos corredores.
A Filipa — sim, a mesma que me escreveu — enviou-me prints das mensagens. O flirt continua. E a tensão… também.
